sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Verdão ‘retrô’ dá resultado, e Felipão vê ambiente positivo com reforços


O Palmeiras aderiu recentemente à moda “retrô”, contratando jogadores que já tiveram passagens anteriores pelo clube. A fórmula foi barata, evitou grandes gastos por parte da diretoria, mas gerou dúvidas sobre o rendimento dos reforços. Nesta linha chegaram o atacante Obina, o volante Correa e o lateral-esquerdo Leandro, que já passaram pelo Verdão em outras oportunidades.
Os dois primeiros foram fundamentais na vitória por 3 a 1 sobre o Sport, nesta quinta-feira, no Pacaembu , e já trazem um bom custo-benefício ao Verdão na luta contra o rebaixamento.
Para o técnico Luiz Felipe Scolari, o mais importante nem é o que esses nomes estão fazendo ou podem fazer dentro de campo, mas sim o tamanho da contribuição que eles podem dar fora dele, com confiança, conhecimento prévio do ambiente e experiência.
– O que notei desses jogadores é que eles ainda possuem o ambiente de quando estavam presentes, foram vencedores aqui. As brincadeiras, a forma como eles agem no dia a dia, é disso que eu tenho gostado mais. O Leandro ainda não estreou, e o Correa quando jogou foi muito bem. Eles têm essa identificação com o Palmeiras, receberam a oportunidade que nenhuma outra equipe estava dando. O Correa estava há 60 dias sem jogar, o Leandro mais ainda. Então eles se sentem felizes com essa chance e vão dar um pouco mais ao Palmeiras – analisou Felipão.  

Correa chegou ao Palmeiras sem custos, depois de ter encerrado seu contrato com o Dínamo de Kiev, da Ucrânia. Foi apresentado às pressas, mas tem sido utilizado e já fez dois gols, ambos de fora da área – contra Santos e Sport. Nesta quinta, o volante foi um dos melhores em campo e contribuiu para o alívio momentâneo da equipe no Campeonato Brasileiro. Ele havia defendido o Verdão entre 2003 e 2006.
Obina comemora gol contra o sport (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Obina e Correa comemoram gol contra o Sport, no Pacaembu 
Obina foi contratado na mesma linha, mas por empréstimo do Shandong Luneng, da China, e com um salário até menor do que o de sua primeira passagem, em 2009, quando saiu após uma briga com o zagueiro Maurício. Substituto de Barcos, que defende a seleção argentina, ele correspondeu com uma bola na trave e um gol contra o Sport. Já Leandro, alviverde entre 2007 e 2008, chegou na terça-feira e já ficou no banco de reservas nesta quinta.
– Quem chegou agora já conhece a casa, o Leandro tem mais de 100 jogos com essa camisa, é de grupo e chegou para somar. Nós conhecemos o peso dessa camisa e procuramos dar nossa parcela de contribuição. Conseguimos dar a resposta dentro de campo – comemorou Correa.
Fora de campo, o custo-benefício trazido pelo volante já anima a diretoria, que prevê um futuro mais longo para Correa dentro do Palmeiras.
– Se continuar assim, pode ficar por mais tempo. Não era uma aposta, era uma realidade. Sabíamos que ele teria alguma desconfiança, mas mostrou que é o mesmo Correa da primeira passagem – elogiou o vice-presidente Roberto Frizzo.
Coincidência ou não, o trio tem contrato só até o fim do ano. Era um risco que o Palmeiras corria, de apostar em jogadores que vinham em baixa. Mas, na visão de diretores e comissão técnica, o saldo tem sido positivo. Se o Palmeiras se livrar do rebaixamento, Obina, Correa e Leandro são fortes candidatos a permanecerem para a disputa da Taça Libertadores de 2013.  

Caçado em campo, Valdivia joga bem e diz: 'Temos de manter essa pegada'


Valdivia
5 FALTAS RECEBIDAS
Recordes de faltas recebidas em um jogo:
01NeymarSAN 2 x 2 CFC - 6ª RODADA12
02AraújoNAU 0 x 0 CRU - 2ª RODADA10
03KiezaNAU 3 x 0 SPO - 17ª RODADA9
04NeymarFIG 1 x 3 SAN - 17ª RODADA9
05RildoPON 1 x 1 SPT - 12ª RODADA9
ranking parcial do campeonato até 06/09/2012
mais sobre Valdivia
Alternando bons e maus momentos em 2012, Valdivia teve uma noite de destaque nesta quinta-feira. Em campo durante os 90 minutos, o meia chamou a responsabilidades, deu passes importantes, arriscou boas jogadas individuais, foi alvo da marcação rubro-negra (veja mais detalhes no quadro ao lado) e deixou o gramado do Pacaembu como um dos grandes destaques da vitória palmeirense contra o Sport, por 3 a 1.
Além dos três pontos, o chileno comemorou também o bom futebol apresentado pelo time de Luiz Felipe Scolari. Para o Mago, que fez questão de destacar o bom ambiente no clube, o apoio do torcedor foi fundamental para o triunfo alviverde. Nesta quinta, 29.409 palmeirenses estiveram no Pacaembu para acompanhar o duelo com o Rubro-Negro pernambucano.
– Foi uma vitória importante porque não deixamos os que estão na frente abrirem uma vantagem maior. O ambiente continua sendo o mesmo, de companheirismo e amizade. Agradecemos à torcida pelo apoio e é esse o caminho, tem de continuar assim. Com uma vitória ainda não saímos da zona, mas importante foi vencer – disse o camisa 10 do Verdão.
Para Valdivia, a fraca campanha do Palmeiras no Brasileirão não traduz o que a equipe vem fazendo dentro de campo. De acordo com o chileno, o principal problema do time nas últimas rodadas foi a ineficiência do ataque, algo que deve ser corrigido para o restante da temporada. Nesta quinta, mesmo sem Barcos, que está defendendo a seleção argentina, o Verdão conseguiu marcar três vezes e devolver a tranquilidade ao elenco.
Na próxima rodada, o Palmeiras não terá vida fácil. No domingo, às 18h30m, o Verdão vai até Belo Horizonte enfrentar o Atlético-MG, que com o empate sem gols com o Bahia, na quarta-feira, caiu para a vice-liderança do Brasileirão.– Estávamos jogando bem e não conseguíamos os resultados. Hoje conseguimos. É importante sempre ganhar e manter a tranquilidade, continuar nessa pegada. Apesar da ausência do Barcos, que é nosso artilheiro, a bola entrou. A gente tem de ir embora pra casa, desfrutar a vitória e manter essa pegada – analisou.
Valdivia, Palmeiras e Sport (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Valdivia arrisca chute de longa distância no primeiro tempo 

Luan diz ter sofrido cusparada de Hugo, que nega a acusação


O jogo entre dois times que lutam desesperadamente contra o rebaixamento só poderia ser tenso, muito tenso. No Pacaembu lotado, jogadores de Palmeiras e Sport protagonizaram uma série de lances ríspidos, com sete cartões amarelos -  Henrique, Thiago Heleno e João Vitor (do Palmeiras); Willian Rocha, Rivaldo, Hugo, Diego Ivo (do Sport). 
Mas o momento de maior tensão foi na saída de campo para o intervalo. Luan, do Palmeiras, e Hugo, do Sport, discutiram feio. A confusão ficou generalizada. Na volta do segundo tempo, o palmeirense disse ter sofrido uma cusparada do jogador do Sport e pediu punição ao adversário no STJD.
- O Hugo cuspiu em mim, o Obina viu, falamos com o juiz e não tinha como ele tomar atitude. Mas vamos buscar as imagens, não foi situação de homem. É difícil para quem leva a cusparada, segurar ansiedade e ficar tranquilo na hora da cusparada. Fiquei tranquilo e deixei para ele ser punido nas imagens - disse Luan. 
Hugo negou veementemente a acusação.

Os dois times voltam a jogar pelo Campeonato Brasileiro no domingo, ambos às 18h30. O Palmeiras tem um compromisso dificílimo: encara o Atlético-MG, no Independência. Já o Sport recebe na Ilha do Retiro o outro time mineiro, o Cruzeiro. 
- Não cuspi em ninguém, não, pô! Essa é a versão dele - disse Hugo, antes de sair rapidamente para o vestiário, sem querer se alongar nas entrevistas. 
confusão entre jogadores no jogo Palmeiras e Sport (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Confusão entre jogadores de Palmeiras e Sport

Herói da noite, Tiago Real evita empolgação: 'Foi o primeiro passo'


Tiago Real chegou desconhecido ao Palmeiras e nesta quinta-feira, em seu segundo jogo com a camisa alviverde, já ganhou um carinho especial do torcedor. O meia de 23 anos foi o grande nome do Verdão na importante vitória contra o Sport, por 3 a 1, no Estádio do Pacaembu.
Autor do segundo gol palmeirense na partida e do passe para o gol de Obina, o último do triunfo alviverde, Tiago garante que não sentiu a pressão da torcida devido ao mau momento do clube no Brasileirão.
– Para mim é tranquilo (a pressão da torcida). A carreira de um jogador é assim. Às vezes você está num canto, depois veste outra camisa. Fico feliz pelo Palmeiras ter apostado em mim e farei o máximo para corresponder – declarou o atleta na saída do gramado.
Apesar de curtir seu dia de herói, Tiago não quer saber de muita festa no Palmeiras. Para o jogador, a vitória nesta quinta-feira contra um adversário direto foi apenas o primeiro passo párea o Verdão sair da zona de rebaixamento.
Na próxima rodada, o Palmeiras vai até Belo Horizonte para enfrentar o vice-líder Atlético-MG, no Estádio Independência, às 18h10m.– Estou feliz. Claro que temos muito que fazer ainda. É apenas um primeiro passo para sairmos dessa situação incomoda. Mas hoje, diante do nosso torcedor, que lotou a nossa casa e nos apoiou o tempo todo, é assim que vamos sair desta situação. Mas vamos ter calma, pés no chão porque no fim de semana teremos um confronto muito importante contra o Atlético-MG – disse o meia.
Tiago Real gol Palmeiras (Foto: Rodrigo Coca / Ag. estado)Tiago Real comemora o segundo gol do Verdão contra o Sport Recife

Henrique desfalca Verdão contra o Galo; João Vitor será reavaliado


O Palmeiras reagiu no Campeonato Brasileiro ao vencer o Sport por 3 a 1, nesta quinta-feira, no Pacaembu. No entanto, o jogo produziu uma baixa para a próxima rodada: o zagueiro e volante Henrique, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Ele foi advertido pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique após uma falta cometida no primeiro tempo e não poderá enfrentar o Atlético-MG no próximo domingo, às 18h30m (horário de Brasília), em Belo Horizonte.
Já o volante João Vitor será reavaliado nesta sexta-feira, depois de ter deixado o gramado no intervalo com dores musculares. A princípio, sua situação não preocupa a comissão técnica.

O favorito a ganhar a vaga de Henrique é Márcio Araújo, acostumado à função de primeiro volante. Correa, que joga mais avançado, fica como opção para o meio e também para a lateral direita – nesta quinta, ele começou jogando e Artur ficou no banco. Felipão terá os treinos de sexta e sábado para resolver essa questão.
Com a baixa de Henrique, o técnico Luiz Felipe Scolari tem duas missões: achar um substituto para compor o meio-campo e um novo capitão para o Palmeiras. Depois da lesão de Marcos Assunção, o volante herdou a tarja e comandou o time nas últimas partidas. Sem ele, os candidatos à faixa são Maurício Ramos e Valdivia.
Outro desfalque continua sendo o atacante Hernán Barcos, que cumpriu suspensão contra o Sport, mas integra a seleção argentina que disputa partidas contra Paraguai e Peru, pelas Eliminatórias da Copa de 2014. Sem ele, Obina é o titular. Ele fez o terceiro gol da vitória sobre os pernambucanos, nesta quinta. 
Comemoração Palmeiras contra o Sport (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Henrique, à direita, comemora gol do Palmeiras contra o Sport

Com recorde de público, Palmeiras sofre, vence e ultrapassa o Sport


Não era final de Copa do Brasil, nem mata-mata de Libertadores, muito menos briga por título do Campeonato Brasileiro. Era mais do que isso: a luta pela honra. Por isso, o Pacaembu lotou nesta quinta-feira. E por isso o Palmeiras, campeão nacional há dois meses, deu sinais reais de que pode sair do buraco ao vencer o Sport por 3 a 1, em um Pacaembu lotado. Na briga direta entre duas equipes da zona de rebaixamento, o Verdão levou a melhor, ultrapassou o rival, mas ainda está entre os quatro piores do Brasileirão.
O jogo foi decidido por um coadjuvante, Tiago Real. O Palmeiras abriu o placar com Correa, sofreu o empate com Rivaldo, e viu o meia decidir com um golaço e uma assistência para Obina. O duelo acabou aí. O Verdão subiu para 20 pontos, na 17ª colocação. O Sport permaneceu com 19, caindo para o 18º lugar.
A torcida alviverde atendeu ao chamado e bateu recorde de público na temporada: 29.409 pagantes, mais até do que na decisão da Copa do Brasil contra o Coritiba, que levou pouco mais de 28 mil palmeirenses à Arena Barueri. E quando a torcida abraça o time dessa forma, fica mais fácil reagir. Os pernambucanos, sem criatividade, pouco fizeram para merecer um resultado melhor.

O Palmeiras volta a campo no próximo domingo, às 18h30m (horário de Brasília), contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte. No mesmo dia e horário, o Sport recebe o Cruzeiro na Ilha do Retiro. 
Valdivia, Palmeiras e Sport (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Valdivia arrisca finalização, marcado de perto por Tobi 
Torcida ajuda, trave não
Quando o torcedor do Palmeiras saiu de casa e dedicou algumas horas de seu tempo a uma ida ao Pacaembu, o mínimo que ele esperava do time era vontade, muita vontade. Isso não faltou, definitivamente. Felipão escalou uma equipe mais ofensiva para tentar uma pressão implacável desde o início: Tiago Real e Valdivia juntos, mesmo sem entrosamento, e Correa como lateral-direito foram as inovações do comandante.
O primeiro tempo ficou quase todo concentrado em metade do campo, aquela em que o Palmeiras atacava e o Sport se segurava com quase todo mundo atrás da linha da bola – exceção feita ao perigoso Felipe Azevedo, que só esperava uma oportunidade de contra-ataque pelas costas de Correa. Luan se jogava para salvar uma bola, Obina trombava com os zagueiros, e até Valdivia corria mais do que o normal.
Do lado pernambucano, o nervosismo tomou conta. Acuado, o time não conseguia trocar passes curtos, nem armar contra-ataques. As laterais eram ocupadas por Welton, estreante da noite, e Willian Rocha, que levou cartão amarelo em seu primeiro lance e foi atabalhoado nos outros. O técnico Waldemar Lemos queria mais era cozinhar o jogo para deixar o tempo passar e fazer a torcida palmeirense se enervar. Conseguiu, mas mais por incompetência do time da casa.
O Palmeiras jogou bem sem fazer gols, como já virou costume. Quando Tiago Real e Valdivia se entenderam na disposição em campo, o jogo fluiu. Como elemento surpresa, João Vitor se destacou e causou a jogada mais perigosa do primeiro tempo. Aos 27, o volante deixou Obina na cara do gol. Lance que não se perde. O atacante fez tudo certo e chutou no cantinho esquerdo de Magrão. A bola beijou a trave e correu pela área sem nenhum palmeirense para aproveitar.
A jogada serviu para esquentar o clima em campo. Tiago Real exigiu grande defesa de Magrão, e Felipe Azevedo respondeu com uma cabeçada que fez Bruno se esticar. O ambiente ficou tão tenso que houve confusão generalizada na saída para o intervalo. A bronca era com Luan, normalmente esquentado, que trocou provocações com os jogadores do Sport - o palmeirense acusou o meia Hugo de ter cuspido nele. Nas arquibancadas, a temperatura alta se refletiu em xingamentos aos rivais. 
confusão entre jogadores no jogo Palmeiras e Sport (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Confusão entre jogadores na saída para o intervalo 
Tiago é real
A briga do fim do primeiro tempo pilhou todo mundo, do torcedor ao ponta-esquerda. O Palmeiras voltou mais rápido, tocando bem a bola e exercendo a mesma pressão dos minutos iniciais. A partida truncada virou jogaço, pois os dois times perceberam que o empate não resolvia muita coisa. Mais técnico, o Verdão, enfim, acertou o pé. Aos sete minutos, Correa chutou de longe, e Magrão, melhor jogador do Sport, deixou a bola passar por baixo de seus braços: 1 a 0.
O Pacaembu explodiu, mais até do que a Arena Barueri nos bons tempos de título da Copa do Brasil. Mas um jogo que foi anunciado com tanta dramaticidade, com mobilização da torcida, não poderia ser resolvido sem um susto, um ingrediente que desse ainda mais emoção à partida. E coube a Rivaldo, escorraçado pelo Palmeiras, calar o estádio. Aos 16, o volante canhoto acertou um chute de direita. A bola tocou no travessão antes de entrar e empatar a partida. Na comemoração, o volante provocou a torcida palmeirense.
Enquanto o ex-alviverde ia à forra, um recém-contratado colocou a bola embaixo do braço e foi à luta. Tiago Real, em sua segunda partida com a camisa do Palmeiras, mostrou que é de confiança. Um minuto depois, apareceu sozinho na área e tocou de canhota, na saída de Magrão: 2 a 1. Curiosamente, quem não o marcava direito era Rivaldo, responsável por acompanhá-lo.
Aos 22, Tiago deu um toque sutil para fazer Obina desencantar: 3 a 1. Jogo resolvido em poucos minutos. Jogo para Tiago virar realidade entre os palmeirenses. Foi ele o responsável maior pelo alívio momentâneo da torcida que lotou o Pacaembu. Pelo Sport, Henrique e Gilberto entraram só no fim, sem tempo para mudar o panorama. O palmeirense pode viver um feriado mais tranquilo neste 7 de setembro, com a fuga da zona de rebaixamento se tornando cada vez mais uma realidade. Aos rubro-negros, fica o alerta.
Obina comemora gol contra o sport (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Obina e Correa comemoram gol contra o Sport 

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