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Meio-campista Wesley já vinha treinando no Palmeiras mesmo sem contrato
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“Tínhamos um acordo com os dirigentes do Palmeiras há algum tempo. Agora todas as garantias bancárias foram recebidas”, afirmou Klaus Allofs, diretor do Werder; “Embora o processo viesse se arrastando, estivemos em contato direto com o Palmeiras e os acordos e prazos sempre foram cumpridos”.
A reportagem tentou entrar em contato com o vice-presidente de futebol do Palmeiras, Roberto Frizzo, para confirmar o acerto, mas não obteve sucesso. A diretoria alviverde dizia não ter recursos suficientes para contratar o atleta sem parcerias. Paralelamente, o Palmeiras buscou investidores interessados em bancar a aquisição do atleta.
Wesley já vinha treinando na Academia de Futebol mesmo sem contrato com o clube paulista. Foi montada uma engenharia financeira para repatriar o atleta. O plano, porém, foi um fiasco. A ideia era que o torcedor fizesse doações para que chegasse a cifra de R$ 21 milhões, valor necessário para efetuar a transação. Mas a arrecadação não chegou a R$ 1 milhão.
O sistema estabelecia que caso não fosse alcançado os R$ 21 milhões, os valores das doações seriam suspensos, não havendo perdas aos doadores.

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