quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Felipão garante que fará ele mesmo o churrasco de Barcos: 'Sou bom nisso'


Faltam apenas oito gols para Barcos atingir a meta de gols estipulada para a temporada no início do ano e garantir um churrasco por mês para o restante do elenco. Pelo menos foi isso que prometeu o técnico Luiz Felipe Scolari caso o argentino marcasse 27 gols em 2012. Com os dois anotados na vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo na última quarta-feira, no Engenhão  o atacante já chegou a 19 e se aproximou ainda mais do objetivo.
Segundo o treinador, ele mesmo fará o churrasco, que terá em seu foco principal a costela. Perguntado se o triunfo no Rio de Janeiro também valeria um outro almoço, Felipão lembrou que a situação do Palmeiras ainda requer mais resultados positivos antes de qualquer festividade.
- Churrasco só por causa dessa vitória sobre o Botafogo? Não. Só quando ele chegar aos 27 gols. Já paguei alguns churrascos na minha carreira, mas não com a boa vontade que o farei se o Barcos alcançar a marca. Eu faço o churrasco e sou bom nisso. O meu é churrasco de costela e não de picanha como o dos paulistas (risos). Mas agora temos que concentrar dois dias antes, correr atrás das vitórias e daquele espírito da Copa do Brasil. Não fizemos nada ainda. Ganhamos a primeira fora de casa e só. Temos que ganhar mais três ainda nos quatro jogos que faltam no primeiro turno para a coisa ficar boa - frisou o treinador, lembrando que o Palmeiras tem apenas 13 pontos e ocupa a 17ª posição do Campeonato Brasileiro.
Eu faço o churrasco e sou bom nisso. O meu é churrasco de costela e não de picanha como o dos paulistas (risos)"
Felipão
Contra o Alvinegro, Felipão mudou um pouco as características da equipe ao escalar no ataque uma dupla de jogadores de área: Barcos e Obina. Pelas palavras do treinador, a opção, pelo menos no momento, foi mais por necessidade do que por preferência.
- Meu treino é no jogo. Não tem como treinar e testar opções jogando quarta e domingo. Por isso tivemos que colocá-los em campo sem o treinamento ideal porque era uma necessidade. Fiz pela minha experiência e apostando na qualidade dos dois. Quando começou o segundo tempo, a formação já começou a dar errado, porque os dois estavam em linha e o meio-campo do Botafogo estava ficando solto. Por isso tirei o Obina e coloquei o Daniel Carvalho. Sem um homem de velocidade que volte para marcar é preciso preencher mais o meio em algum momento. O Botafogo tinha cinco por ali e sempre um sobrava. Com o Fernando e o Patrik tínhamos uma situação mais razoável para roubar a bola. Quando não vi mais possibilidade com os dois no ataque, coloquei o Daniel para formar uma linha de três no meio - resumiu o treinador.
A delegação do Palmeiras retorna a São Paulo nesta quinta-feira. A equipe volta a campo no próximo domingo para enfrentar o Fluminense, novamente no Rio de Janeiro e no Engenhão, às 18h30m (de Brasília).

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