Obina e Hernán Barcos treinaram no mesmo time em uma atividade da semana, e jogaram juntos por nove minutos na derrota do Palmeiras por 2 a 0 para o Bahia, nesta quinta-feira, na Arena Barueri. Adepto do esquema 4-2-3-1, com um jogador de área e três mais recuados, armando as jogadas, o técnico Luiz Felipe Scolari não se opõe à possibilidade de colocar os dois centroavantes por mais tempo em campo. Mas avisa que isso só vai ocorrer quando o time tiver mais tempo para treinar.
– O jogo é quinta, na sexta só vai a campo quem não jogou, e sábado é véspera do jogo. O que posso fazer de treinamento? Demora um pouco para que a gente possa adaptar uma situação para os dois jogarem juntos. Por enquanto é difícil – afirmou o técnico.
Barcos voltou ao time depois de passar por cirurgia para a retirada do apêndice. Entrou no segundo tempo, e a partir daí Obina jogou aberto pela direita até ser substituído. Nesse período, o Verdão aumentou a pressão sobre o Bahia e criou algumas chances de gol.
A atuação agradou ao técnico, mas a maratona de jogos que o Palmeiras tem pela frente impede mudanças profundas na equipe. Entre Campeonato Brasileiro e Copa Sul-Americana, serão dez jogos até o fim de agosto.
– Eles podem entrar em algumas situações de jogo, mas espero ter pelo menos uns dois treinos na próxima semana para que a gente possa testar uma pequena adaptação no sistema. Com dois pontas de lança é preciso mudar um pouco a forma de jogar – explicou Felipão.
Contra o Cruzeiro, neste domingo, em Belo Horizonte, a tendência é que só um deles seja titular. E será assim até que Luiz Felipe Scolari tenha tempo hábil para fazer adaptações na equipe.

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