sexta-feira, 18 de maio de 2012

Betinho quer superar desconfiança em três meses no Palmeiras




Betinho terá apenas três meses para impressionar a comissão técnica. Foto: Fernando Dantas/Gazeta PressO atacante Betinho foi apresentado pelo Palmeiras nesta sexta-feira e tem apenas três meses para convencer a comissão técnica de que pode permanecer no clube. Com contrato apenas até dia 12 de agosto e salário igual ao dos jogadores Sub-20 da equipe, o reforço sabe que precisa aproveitar as poucas chances sob o comando do técnico Luiz Felipe Scolari.
"Estou tranquilo. Tenho contrato curto, mas é um grande desafio da minha carreira. Aceitei fazer assim porque quero ajudar o Palmeiras a conseguir seus objetivos. Tenho três meses para provar meu potencial e espero conseguir, trabalhando forte no dia a dia", afirmou.
Aos 25 anos, Betinho chega ao time alviverde depois de passagem apagada pelo São Caetano, tendo marcado apenas um gol no Campeonato Paulista. No entanto, o jogador avisa que teve atuações melhores por outros clubes.
"Eu joguei sete ou oito jogos no São Caetano e só fiz um gol. Depois eu me machuquei e voltei para disputar uma partida. Espero que aqui seja como no Fortaleza e no meu início no Coritiba", acrescentou.
O atacante foi contratado para ser reserva de Barcos, que levou o terceiro cartão amarelo diante do Atlético-PR e está fora do segundo confronto diante da equipe paranaense, pelas quartas de final da Copa do Brasil.
Por isso, Betinho tem chance de ser titular na noite de quarta-feira, em jogo decisivo, na Arena Barueri. "O Felipão conversou comigo, porque o Barcos está suspenso e vai fazer falta. Ele está me apoiando bastante para eu corresponder quando surgir a oportunidade".
Apesar da possibilidade de ser titular contra o Atlético, o atacante não foi relacionado pelo treinador para a estreia no Campeonato Brasileiro, contra a Portuguesa, na noite deste sábado, no Pacaembu.
No fim do treino desta sexta-feira, Betinho foi orientado de perto por Felipão e Murtosa e achou normal ter ficado fora da partida contra o clube do Canindé, quando poderia ganhar ritmo de jogo para o confronto decisivo.
"Eles estavam me orientando no movimento para chegar bem na finalização. O treinador preferiu me deixar treinando (neste sábado) para chegar na quarta-feira tranquilo", concluiu.

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